Educação Sexual

A adolescência nos remete à transformações, hormônios, erros, aprendizado... mas nada pode ser tão determinante e traumatizante para um adolescente do que cometer um erro que mude toda a sua vida, como uma gestação inesperada.

A enxurrada de dilemas e conflitos vivida pelos adolescentes foi recentemente exposta no cinema através do filme Juno. Quem protagoniza a história é uma garota de 16 anos que, justo em sua primeira vez, engravida do melhor amigo. No filme, o tema é apresentado com doses de ironia, o que não deprecia a reflexão. A ficção não está nem um pouco desgrudada da realidade, que, aliás, é universal.

A gravidez na adolescência aumenta tanto nos países desenvolvidos quanto naqueles em desenvolvimento, um filho no meio do caminho solapa os anos dourados e pode ser um trauma de difícil superação. Para evitar uma gestação precoce e até mesmo doenças sexualmente transmissíveis, é preciso uma ação conjunta de pais, médicos,professores e, claro, dos maiores interessados a moçada. Mas, segundo os especialistas, a educação sexual ainda deixa a desejar. Só no primeiro semestre de 2007, o SUS, Sistema Único de Saúde, realizou mais de 300 mil partos em brasileiras com menos de 19 anos idade que, do ponto de vista médico, seria a reta final da adolescência.

O número não inclui os nascimentos em hospitais particulares. Só que, embora não contem com o respaldo de dados oficiais, há médicos arriscando dizer que a gravidez precoce avança com maior rapidez na classe média. E, quando se mira a faixa etária, ela cresce especialmente entre as menores de 14 anos. Por razões óbvias, também não existem estatísticas precisas sobre abortos em adolescentes, mais ou menos favorecidas.

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