Mortalidade Materna no Brasil

Sobre a Mortalidade Materna, o Brasil tem uma meta a alcançar, diminuindo assim significativamente o número de casos. Mas tudo indica que essa meta não será batida tão cedo. Isso porque o ritmo em que o Brasil está trabalhando para diminuir seu índice de mortalidade das mulheres por conta de complicações no parto é muito lento.

Atualmente, para cada 100 mil mulheres grávidas, cerca de 65 delas morrem por problemas na gravidez ou no parto. Enquanto em 11 anos o mundo todo lutou contra o problema e viu um resultado positivo, com redução anual de 3,6% no índice de mortalidade materna, o Brasil evoluiu somente 0,3%. Um número muito inferior à média global.

Nestes 11 anos porém, o momento em que o Brasil teve um melhor resultado foi entre os anos de 1990 e 2000, quando a taxa do nosso País caiu de 85,9 para 67 em cada 100 mil gestantes, o que significa uma redução de, em média, 2,5% ao ano.

O que fez número e o progresso caírem tanto foi a epidemia de gripe H1N1, que no Brasil foi responsável por um impacto negativo muito grande no número de óbitos nas mulheres que se submeteram a partos cesarianos, onde o risco de complicações e morte são muito maiores.

Se não estivessem grávidas, certamente essas mulheres teriam sobrevivido. O caso foi um alerta para a necessidade de mais atenção às possibilidades de quadros de doenças infecciosas nas maternidades.

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