Rubéola na Gravidez

Uma grande preocupação durante a gravidez é em relação às doenças que a gestante pode contrair, e qual o risco dessas doenças para a saúde da mãe e do bebê. Durante gerações, e até os dias de hoje, a rubéola causa grande temor entre as futuras mamães. Contrair rubéola durante a gravidez é bastante perigoso, pois a doença pode ser transmitida da mãe para o bebê que está no ventre, causando malformações fetais.

Se transmitida da mãe para o feto, a doença ganha o nome de Síndrome da Rubéola Congênita (SRC) e as complicações que o bebê poderá sofrer variam de acordo com o período de gestação. Os três primeiros meses são os mais perigosos.

Rubéola na Gravidez

As mulheres, principalmente as que estão em idade fértil, devem ter atenção redobrada em relação à vacinação contra rubéola e outras doenças. A vacina ainda é o melhor método de prevenção nesses casos, principalmente nas doenças que podem atingir as gestantes e causar riscos e danos ao bebê. A rubéola é uma doença praticamente inofensiva aos adultos e crianças, quando tratada adequadamente, mas pode deixar sequelas muito graves no bebê que ainda está em formação na barriga da futura mamãe.

Rubéola na Gravidez

Conheça os riscos da rubéola na gravidez

Os sintomas no início da doença se confundem com os da gripe, o que pode dificultar o diagnóstico. Mal-estar, dores musculares, indisposição, falta de apetite, dor de garganta, coriza e aumento de volume dos gânglios são alguns dos sintomas mais frequentes. Após o surgimento desses sintomas, e entre 24 e 48 horas, há uma vermelhidão no rosto, atrás das orelhas e no couro cabeludo, que vai espalhando-se para todo o corpo. Depois de alguns dias, ocorre a descamação da pele e a melhora do quadro geral do paciente.

No Brasil, a média é de quatro casos de rubéola a cada dez mil gestações. A rubéola é contraída através de disseminação de gotículas (como no espirro ou tosse) ou através de contato direto com os pacientes infectados pela doença. É pouco freqüente a transmissão através do contato indireto com objetos recém contaminados com secreções naso-cutâneas, sangue, urina ou fezes. Caso a gestante entre em contato com uma pessoa que tenha contraído rubéola, deverá realizar testes sorológicos para saber se houve a contaminação pelo vírus. A mulher que já contraiu a doença anteriormente em outras fases da vida já está imunizada naturalmente.

Quando a gestante contrai a rubéola no início da gestação, a chance de malformação congênita no primeiro mês é de 50%, no segundo, 30%. A rubéola congênita também pode provocar aborto, parto prematuro e, no bebê, os sintomas mais freqüentes são surdez; retardo do crescimento intra-uterino; microftalmia (malformação que deixa os olhos muito pequenos), catarata e retinopatia; cardiopatia; lábios leporinos, microcefalia e retardo mental.

Vacina contra rubéola

A vacina contra rubéola é contra-indicada para mulheres grávidas, pois pode levar à infecção do bebê. As mulheres que recebem a vacina não devem engravidar nos três meses posteriores a vacinação. É muito importante se vacinar antes da gestação, pois quando o feto adquire a Síndrome da Rubéola Congênita, nada pode ser feito para evitar as possíveis sequelas.

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  35. Posted by jana. oi estou grávida de 18 semanas não tomei nenhuma vacina mas fiz os exames de sangue e meu igg e citomegalovírus igg deu reagente ha risco do meu bebe nascer com problemas?por favor me ajude.
  36. Posted by Priscila
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